VISÃO História Edição 25 DE ABRIL
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VISÃO HISTÓRIA Ed. 51 | 25 DE ABRIL 1974 – OPERAÇÃO FIM REGIME
Nova edição de um número originalmente publicado há cinco anos, assinalando o 40.º aniversário do 25 de Abril, num formato ligeiramente maior do que o da primeira edição. As ações planeadas pelos militares (identificadas pelo seu nome de código) e executadas entre as 9 e as 00:00 de dia 24, quando Otelo Saraiva de Carvalho entrou no Quartel da Pontinha, e as 9:30 da manhã do dia 26, quando foi tomada a sede da PIDE/DGS, são minuciosamente descritas, tanto quanto possível através do testemunho de alguns dos seus protagonistas. Recordamos assim nesta edição da VISÃO História, de novos nas bancas, os protagonistas das acções militares do dia 25 de Abril recordam o que se passou no dia em que Portugal se tornou um país livre.
Quando chegou ao quartel do Regimento de Engenharia da Pontinha, às dez da noite de dia 24 de abril de 1974, Otelo Saraiva de Carvalho ia vestido à civil. Poderia mesmo ‘ser’ o engenheiro Óscar Pinto, nome de código que usara desde o golpe das Caldas, a 16 de março, altura em que os principais operacionais do Movimento das Forças Armadas se passaram a tratar por nomes falsos para não serem identificados pela polícia política.
O plano ‘Operação Fim-Regime’ que Otelo elaborara tinha sido distribuído, nos dois dias anteriores, por militares em todo o país, graças à colaboração de oito oficiais-estafetas. Tudo a postos, portanto, para a noite em que o futuro ia começar.
O leitor deste número da VISÃO História (posto à venda quando se comemorou o 40º aniversário da revolução, reeditado o ano passado e agora novamente nas bancas), seguirá o fio dos acontecimentos exatamente a partir do momento em que Otelo entra no quartel da Pontinha e nas 36 horas seguintes. Cerca de 30 militares foram entrevistados pelos nossos jornalistas, numa tentativa de reconstituir, com pormenor, até à tomada da sede da PIDE/DGS, na Rua António Maria Cardoso, em Lisboa, às 9 da manhã de 26 de abril. É a Revolução contada, tanto quanto possível, pelos seus protagonistas. Da tomada do Quartel-General da Região Militar de Lisboa, que Otelo havia definido como um alvo fundamental, até ao cerco do quartel da GNR no Largo do Carmo, que leva à rendição de Marcelo Caetano, passando pelo que aconteceu no Porto, no Algarve e na Zona Centro, a VISÃO História tenta reconstituir, em discurso direto, como foi feita a Revolução. Algumas reportagens são ilustradas com fotografias a cores pouco conhecidas.
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